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quarta-feira, 14 de julho de 2010

CLAUDIO LINS FAZ SHOW DO DISCO CARA EM SP


Quando era menino, uma das brincadeiras preferidas de Claudio Lins era tocar piano, ao lado do pai, Ivan Lins. E, para garantir que a travessura musical não ficasse perdida no tempo, um gravador registrava as novas canções. Hoje, aos 37 anos, Claudio, continua respirando música, mesmo se aventurando há 15 anos no mundo dos galãs da televisão – atualmente, protagoniza a novela Uma Rosa com Amor (SBT).




Dez anos após lançar seu primeiro álbum, Um, de 1999, ele voltou ao estúdio para produzir seu segundo disco, Cara, com canções dele. Ele apresenta as músicas desse trabalho pela primeira vez ao público paulistano no Tom Jazz neste sábado (17), às 22h.







A relação do carioca Claudio com a pauliceia é antiga: ele morou dos 16 aos 18 anos no bairro dos Jardins, época da qual ainda conserva amigos. Com o tempo, a música lhe deu novos parceiros em Sampa.



Luciana Mello, Carlos Careqa e Pedro Camargo Mariano participam do show. Claudio conta que conheceu Luciana há cerca de dez anos, nos tempos em que apresentava o programa A Vida É Um Show, na TVE do Rio. Desde então, ela já gravou três composições suas: Impaciência, Camicaze e Língua, esta última parceria com Dudu Falcão.



A parceria com Careqa surgiu “numa dessas vindas para fazer novela em São Paulo”. Num fim de semana de muito papo, os dois compuseram juntos a canção Lotação Esgotada. O show de sábado marca a primeira vez em que os dois dividem o palco. Já Pedro Mariano compartilhou com Claudio a gravação da música Teatrinho, composição deste último que consta nos discos recentes de ambos.



No show produzido por Maria Braga, Claudio canta toca piano acompanhado por João Gaspar, na guitarra e no violão, André Vasconcellos, no baixo acústico, e Glaucio Ayala, na bateria. Todos sob a direção de Ana Baird e a luz de Cadú Favero.



Apesar da relação com o piano que está em suas memórias desde os tempos mais remotos, Claudio tentou – sem sucesso – se aventurar pelo violão, na adolescência. Mas percebeu que, assim como seu pai, sua vida estava mais ligada às teclas do que às cordas.



- A única crise que tive em relação à música foi essa, a de achar que poderia ser violonista em vez de tocar piano.







O fato de ser filho de Ivan Lins é tirado de letra. Ele responde apenas que não sabe como é ser filho de outra pessoa. Se o pai pega é quem pega mais pesado quando escuta a música do filho, cabe à mãe, a atriz Lucinha Lins, o papel mais condescendente.



- Ser filho deles traz comparações e pressões, mas para mim tudo é normal. Tem seus prós e seus contras. Eles sempre estiveram ao meu lado.



No país que gosta de rotular seus artistas, o cantor-ator tenta driblar o lugar-comum ao se dividir entre a música e representação. O teatro surgiu aos 11 anos, por meio do padrasto, o ator Cláudio Tovar. A TV deu-lhe o posto de galã. Por conta disso, já passou por experiências engraçadas.



- Uma vez, quando divulgava meu primeiro CD, um repórter veio me perguntar sobre como fiz meu “disco romântico”. Eu dei risada e respondi: mas meu disco não é romântico...



O artista tenta não se preocupar com essas convenções e diz estar satisfeito em encerrar nesta quinta (15) seu contrato com a novela do SBT. Assim lhe sobra tempo para a música, enquanto não pinta algo novo no mundo da interpretação.



- Resolvi fazer esse show assim que acabasse meu compromisso com a novela, para fazê-lo com tranquilidade. Sou um artista que não está preso a apenas uma forma de expressão.



Claudio Lins – Cara

Quando: sábado (17), às 22h

Onde: Tom Jazz – av. Angélica, 2.331, Higienópolis, São Paulo, SP.

Quanto: R$ 40

FONTE: R7

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