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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Cadela tem 25 filhotes em Goiás


Jade, uma cadela da raça fila brasileiro, deu à luz 25 filhotes (foto) no dia 27 de maio último (sábado), em Vianópolis, município de Goiás, a 69 quilômetros da capital, Goiânia. O acontecimento pode entrar para o Livro Guinness dos Recordes após rigorosa análise. O recorde registrado no livro é de 23 filhotes no mesmo parto, ano passado, na Alemanha. Jade não sobreviveu ao procedimento, realizado em uma clínica veterinária.
A cadela já não conseguia mais andar 3 semanas antes do parto. Nos últimos dias, nem mesmo rastejar ela conseguia. Seu dono, o mecânico Bisamor Ferreira, teve de alimentá-la e dar água na boca. Quando chegou a hora, não havia como o parto ser normal, e Bisamor levou Jade às pressas para uma clínica veterinária.
Mais de 70 quilos
Segundo a veterinária que executou o parto, Claudia Inês Frota Chadud, o normal é uma cadela da raça fila ter aproximadamente 16 filhotes. Ela mesma não acreditou quando viu o tamanho de Jade, que já estava com mais de 70 quilos. Nasceram 25 filhotes (17 machos e 8 fêmeas), mas só 11 sobreviveram e estão sendo alimentados à base de cálcio, creme de leite e gema de ovo. Segundo Claudia, o período fértil de uma cadela é geralmente de 3 dias. No caso de Jade, o macho pode ter cruzado com ela várias vezes, daí o grande número de filhotes.
Para constar do Guinness, um recorde passa por uma longa avaliação. Um requerimento é feito pelo site do livro e a verificação leva até 6 semanas. Caso seja verdadeiro, o recorde passa a ser incluído na próxima edição, até ser superado.
FONTE: ARCA UNIVERSAL


Crash - No Limite



A problemática do preconceito é o tema central do filme “Crash – No limite”. Mesmo quando não verbalizadas, em cada cena, é bem nítido para o espectador as complexidades que envolvem as questões raciais nos Estados Unidos, principalmente após o atentado às torres gêmeas, em Nova York, no dia 11 de setembro de 2001.
A produção retrata as confusões ideológicas naquele país, que foram intensificadas após o maior ataque terrorista em território norte-americano. O drama urbano se passa na cidade de Los Angeles, na Califórnia, e mostra a interação entre diversas pessoas pertencentes a diferentes etnias. Cada uma delas lutando para superar medos e temores, estando imersas em seus próprios preconceitos.
Em um período de 36 horas, todos eles veem suas vidas sendo modificadas, após uma série de eventos inevitáveis, que trazem consequências impactantes. Entre os personagens, estão uma dona de casa e seu marido; um promotor público; uma lojista de origem árabe; dois detetives da polícia; um diretor de televisão afro-americano e sua esposa; dois policiais; um chaveiro mexicano; dois ladrões de carro; e um casal coreano de meia idade.
São muitos os momentos em que os estereótipos ficam evidenciados. Em uma das cenas, um homem negro e sua esposa são abordados por policiais e um deles molesta a mulher. Posteriormente, a mesma mulher sofre um acidente e é salva por outro policial, que para isso arrisca a própria vida.
“Crash” – disponível em DVD – demonstra que a velha prática de discriminar não está impregnada apenas entre brancos e burgueses. Ao assistir a produção, é possível identificar-se com várias atitudes das pessoas retratadas no filme e concluir que, independentemente de raça e classe social, é comum haver no ser humano uma pré-compreensão do mundo em sua volta, através do seu círculo de amizade ou dos ambientes que frequenta.

FONTE; ARCA UNIVERSAL

Descoberta da aids completa 30 anos



Mesmo após 30 anos de sua descoberta, a aids ainda é uma doença sem cura e já causou 30 milhões de mortes em todo o mundo, provocando grandes transformações no modo de se comportar e relacionar das pessoas. Os primeiros casos foram registrados há 3 décadas, no dia 5 de junho de 1981. Nessa data, o Centro de Controle de Doenças de Atlanta, nos Estados Unidos, detectou em cinco jovens homossexuais uma curiosa pneumonia, que afetava apenas pessoas com o sistema imunológico muito debilitado.
Pouco tempo depois, foram diagnosticados casos de câncer de pele em 26 homossexuais norte-americanos, que na época foi chamado de "câncer gay". Em 1983, uma equipe de cientistas da França conseguiu isolar o agente causador da doença, que foi chamado de LAV. Após alguns meses, pesquisadores norte-americanos isolara um vírus, dando a ele o nome de HTLV lll, que também provocava aids.
Por ser tratar do mesmo vírus, a Organização Mundial de Saúde (OMS) decidiu chamá-lo de Vírus da Imunodeficiência Humana, cuja sigla em inglês é HIV, forma como o vírus ficou conhecido no Brasil. A estranha doença causada pelo agente recebeu o nome de Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Sida – Aids, em inglês).
O HIV, ataca o sistema imunológico, deixando o paciente vulnerável às "infecções oportunistas", como a tuberculose ou a pneumonia. Ele é transmitido pelo sangue, secreções vaginais, leite materno ou sêmen.
Os vírus são microrganismos tão pequenos que não podem ser vistos a olho nu. Sobrevivem de forma independente, por isso, ao invadirem o organismo humano, penetram nas células, tornando-se parasitas para conseguirem sobreviver e multiplicar-se.
As células escolhidas pelo HIV são exatamente as que fazem parte do sistema imunológico, responsável pela defesa do organismo. Além delas, o vírus da Aids também tem atração pelas células do sistema nervoso central.
Avanço contra o vírus
Os últimos 30 anos também foram marcados por grandes avanços no combate ao vírus. Com o desenvolvimento dos anti-retrovirais, em 1996, a doença mortal passou a ser vista como enfermidade crônica. Mesmo assim, o impacto ainda é muito grande na vida daqueles que são contaminados.
Apesar de a aids estar matando menos pacientes, ela não desapareceu. Ao contrário disso, o número de pessoas infectadas tem aumentado nos últimos anos, exigindo das autoridades de saúde pública mais empenho em pesquisas, tratamentos e mais dinheiro. As estimativas são de que apenas uma em cada três pessoas que necessitam de tratamento tenha acesso às drogas.
FONTE: ARCA UNIVERSAL

quinta-feira, 2 de junho de 2011

"Morde & Assopra" registra altos índices na Globo

http://natelinha.uol.com.br/img/pag/315x265/img20110602121240.jpg

Em uma semana de grandes revelações, "Morde & Assopra" vem registrando altos índices de audiência na Globo. 

Na última quarta-feira (01), a novela de Walcyr Carrasco teve 34 pontos de média com picos de 37, ficando a apenas 1 ponto do recorde - 35 pontos - registrados na terça-feira (31). 

Na mesma faixa de exibição de "Morde & Assopra", a Record teve 9 pontos e a Band, 5. 

Esses índices são prévios e são baseados na preferência de um grupo de telespectadores da Grande São Paulo, Rio de Janeiro e Baixada Fluminense. Dados consolidados podem variar para mais ou para menos.
 
FONTE: NA TELINHA

Inácio desistirá de casamento e Antônia acabará com Batoré


Uma surpresa vai acontecer em "Cordel Encantado", de acordo com a colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo.

Inácio (Mauricio Destri) desistirá de se casar com Antônia (Luiza Valdetaro) e acabará com Batoré (Osmar Padro). O filho da rainha Helena (Mariana Lima) vai passar por uma grande transformação depois de descobrir que a mulher atropelada por Batoré, que ele não socorreu, morreu.

Em entrevista à colunista, a autora da novela Thelma Guedes disse que Inácio largará tudo, o dinheiro, a vida de conforto e decidirá viver para os pobres.

Ele vai ajudar Miguézim (Matheus Nachtergaele), mas acabará preso. Ao doar suas roupas para um mendigo, Inácio ficará nu no meio da praça e será detido por Batoré. Antônia ainda o visitará na delegacia, porém o filho da rainha dirá a ela que não quer mais se casar.
Thelma Guedes conta que a moça ficará desiludida e decidirá se noivar com Batoré. Ela se casará com o delegado, que promete não tocá-la.

Batoré ainda ensinará a jovem a ler e a escrever. Porém, Antônia vai acabar seguindo Inácio em sua missão em Vila da Cruz.

"Cordel Encantado" vai ao ar de segunda a sábado, a partir das 18h10, na Globo.
FONTE: NA TELINHA

Cícero é dado como morto


Empolgado com a vida no cangaço, Cícero (Miguel Rômulo) pede a Herculano (Domingos Montagner) que o enterre como cangaceiro, caso ele seja morto em combate.

Destemido, Cícero enfrenta Timóteo (Bruno Gagliasso), mas se dá mal. Covarde, o coronelzinho ataca o rapaz pelas costas. Cícero sofre um trauma tão forte, que é dado como morto.

Para incriminar Herculano, Timóteo obriga Damião (Tony Tornado) a dizer que o rei do cangaço foi o responsável pela morte de Cícero. O crápula também intimida Antônia (Luiza Valdetaro) a confirmar essa mentira e a jovem acata a ordem do irmão.

Ddurante o velório, acontece o inesperado: Herculano e Bel (João Miguel) se assustam quando Cícero começa a tossir dentro do caixão.

Cresce a audiência da novela "Vidas em Jogo", da Record


  • A novela "Vidas em Jogo", de Cristianne Fridman, tem audiência ascendente nas noites da Rede Record. 

    Segundo dados consolidados do Ibope na Grande São Paulo, o folhetim – desde a última segunda-feira (31) com o sucesso do Bolão da Amizade, que ganhou o prêmio de R$ 200 milhões, tem registrado uma média de 12 pontos.

    No Rio de Janeiro – onde a emissora chegou a distribuir dinheiro para divulgação – a média é de 17 pontos. 

    "Vidas em Jogo", de segunda a sexta, após "CSI – Investigação Criminal", na Record!

    FONTE: PLANETA TV